Não é de se estranhar quando um parlamentar alagoano vai a Brasília e humilha a nossa gente votando contrário ao povo. É vergonhoso ver uma bancada indo de encontro a democracia, contra o direito dos cidadãos que sonham em disputar um cargo de forma honrosa.
Como os deputados que dizem ser a representatividade de um estado votam contrário a PEC 471, escandalizando mais uma vez, o pobre, sofrido e descriminado Estado de Alagoas?
São deputados, que invadem as nossas cidades com seus discursos baratos para ludibriar a nossa gente e barganhar votos daqueles que ainda acreditam ou depende de suas migalhas para se manter.
Foram os deputados federais: Givaldo Carimbão (PSB), Rosinha da Adefal (PT do B), Artur Lira (PP), Maurício Quintella Lessa (PR), e Joaquim Beltrão (PMDB) que fizeram parte da estúpida votação. Ainda teve aqueles que ficaram no famoso “encima do muro” como foi o caso do deputado federal Renan Filho (PMDB) que mesmo registrando a sua presença na casa, não registrou seu voto. Já os deputados João Lyra (PSD) e Célia Rocha (PTB) faltaram à sessão justamente em uma votação importantíssima para os brasileiros. Enquanto isso, surgi um único deputado que deu orgulho aos alagoanos e aos seus eleitores, Rui Palmeira (PSDB) que foi o único a votar contrário a proposta do substitutivo.
Para ser aprovado, o substitutivo tinha que ter, no mínimo, 308 votos favoráveis dos Deputados, porém, foram 283 votos favoráveis, 130 contra e 8 abstenções. Na primeira votação, apenas o bloco do PV\PPS e do PSOL (partido fundado pela Heloisa Helena), recomendaram votos contra a proposta, enquanto que, os demais, poderiam votar de acordo com as suas “consciências”.
De cara limpa, esses deputados agem para prejudicar inclusive a você que vive á mercê de um emprego digno.
Ao contrario do que se pensa, o eleitor está muito mais informatizado. Saber o que seu deputado está fazendo em benefício do seu estado, está sendo motivos de discursão entre rodas de amigos e Happy Hour.
Mas, será que os alagoanos aprenderam a votar e a cobrar de seus representantes que se digne em ter atitudes que sejam favoráveis à coletividade? Ou será que iremos deixar que os mesmos “representem” o seu bem estar, a sua vaidade se locupletando com aqueles que financiaram as suas milionárias campanhas?
E o povo? Ah! O povo. Esses são lembrados de quatro em quatro anos por viver em uma alienação permanente, tendo como base política, principalmente, os sertanejos que preso a um ciclo criminoso onde políticos usam a seca para obterem os votos de nossa gente sofrida. Entretanto, os aliados políticos tidos como "conhecedores" de seus direitos utilizam de cargos comissionados para calar-te diante a sociedade que os mesmos governam.




