A população do município de Major Izidoro volta às urnas, neste domingo (31), para eleger um novo gestor para a cidade em uma eleição suplementar. De acordo com o Tribunal Regional Eleitoral de Alagoas (TRE/AL), o município tem 13.519 eleitores, o que correspondem a 0, 677% do eleitorado alagoano. 43 seções eleitorais foram distribuídas em seis locais de votação.
Disputam o cargo: a "Essa é diferente" com Ib Heber Pita de Araújo e Rui Fernando Souza Alves do Partido dos Trabalhadores (PT-13); "Juventude, compromisso e tradição" do Partido da Mobilização Nacional (PMN-33) com Italo Tavares Suruagy do Amaral e Eraldo dos Santos Lima e "Major precisa continuar livre e feliz" do Partido Trabalhista Brasileiro (PTB-14) com Maria Santana Mariano Silva Campos (prefeita afastada) e Henry Sidney do Amaral Araujo.
A votação será eletrônica por biometria e o resultado deverá ser divulgado, nesta segunda-feira, 1º de setembro. Agora, a ex-gestora, Santana Mariano, é novamente candidata pelo PTB e enfrentará nas urnas o adversário Ítalo Amaral, do PMN, que é filho do ex-prefeito Ítalo Amaral, contra o qual ela disputou as eleições de 2012.
Segundo dados do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), em Major Izidoro, 16,39% dos eleitores são analfabetos e 24,98% apenas conseguem ler e escrever, ou seja, podem ser considerados analfabetos funcionais. Somados, os dois percentuais chegam a 41,37% do total de 13.519 eleitores.
O CASO
O TRE/AL, em decisão unânime publicada Diário Eletrônico da Justiça Eleitoral de Alagoas do dia 29 de maio, determinou o afastamento de Maria Santana Mariano Silva Campos e Adovaldo Albuquerque Alves, respectivamente prefeita e vice-prefeito de Major Isidoro/AL, dos seus respectivos mandatos e determinou que o presidente da Câmara Municipal fosse empossado na chefia do Executivo local.
O motivo do afastamento foi o indeferimento, pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE), do registro de candidatura da chapa por ausência de quitação eleitoral pela não prestação de contas do candidato a vice-prefeito, relativa ao pleito de 2008. Como a chapa obteve mais de 50% dos votos nas eleições majoritárias, fez-se necessária a realização de novas eleições, também autorizadas pelo TSE.










