Num momento puramente emocional, de reação ao emparedamento  que lhe está sendo imposto pelo grupo majoritário da Assembleia, o governador Renan Filho tem repetido que pode não confirmar o acordo com os deputados.

Impõe uma condição para que o dito e repetido seja mantido: indicar o vice de Paulo Dantas, como tampo e como postulante ao voto dos alagoanos – se quiser se manter no Palácio República dos Palmares.

Sem que isso seja atendido, nada será confirmado, diz Renan Filho.

Até mesmo para os seus mais próximos, a exigência soa a bravata. A hora de espernear já passou.

A essa altura, o poderoso Arthur Lira faz a mesma exigência e impõe a mesma condição. 

Lembrando que Lira tem tudo para ser reeleito presidente da Câmara Federal, no próximo ano. Seguramente, será governo, seja qual for o governo eleito.